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Consumo de plástico ao redor do mundo

Consumo de plástico ao redor do mundo

Criado há mais ou menos um século, o plástico trouxe inúmeras facilidades à vida humana, mas também se tornou fonte de um enorme problema ambiental. Para compreender o motivo do plástico ser tão prejudicial, primeiro precisamos entender suas propriedades e como se tornou tão popular.

O que é e como surgiu?

A palavra “plástico” é derivada do termo grego “plastikós” que significa “aquilo que pode ser moldado”. Os plásticos são materiais que se formam através de uma união de grandes cadeias moleculares denominadas de polímeros, que são produzidas por um processo químico conhecido como polimerização. O tamanho e a estrutura de uma molécula de polímero é o que define as propriedades do material.

Estrutura de molécula de polímero

A descoberta do plástico começou com Alexander Parkes, em 1862, quando ele sintetizou um material orgânico derivado da celulose como uma alternativa para a borracha, o qual chamou de parkesina. Em 1869, John Wesley Hyatt aprimorou o material até ele se tornar uma espécie de filme sólido e flexível. Mas foi há cerca 100 anos que Leo Hendrik Baekeland criou, a partir de uma mistura de fenol e formaldeído, a primeira resina totalmente sintética: a baquelita.

Desse ponto em diante, a evolução do plástico se baseou na necessidade humana, sendo aprimorado cada vez mais ao longo dos eventos históricos. O polietileno (PE), por exemplo, foi criado na Inglaterra em 1933 para isolar o cabeamento do radar, suficientemente leve para ser carregado em aviões. O poliestireno (PS) foi criado como alternativa do zinco fundido em nylon, servindo como paraquedas, corda, coletes à prova de bala e forros de capacete no período da guerra. O polipropileno, um dos polímeros mais utilizados no mundo devido a sua adaptabilidade, tornou-se commodity em 1954.

É evidente que a criação do plástico, assim como a de muitos outros materiais, facilitou a vida humana, principalmente quanto a confecção de embalagens mais simples, práticas e resistentes. Os custos de produção foram reduzidos e apresentaram uma série de vantagens nunca vistas antes. Contudo, um outro custo, muito mais agravante, foi observado quando o termo sustentabilidade tornou-se pauta nas discussões mundiais.

O vilão da preservação ambiental

Mesmo com os diversos benefícios que o plástico trouxe, seu consumo desenfreado e a poluição gerada pelo descarte inadequado se revelaram um enorme problema para o meio ambiente. Estima-se que cerca de 8,9 bilhões de toneladas de plásticos já foram fabricados desde quando começaram a ser produzidos em escala industrial. Desse total, 6,3 bilhões de toneladas viraram lixo.

De acordo com dados da Ellen MacArthur Foundation (EMF), apenas 14% das embalagens de plástico utilizadas no mundo chegam às cooperativas de reciclagem. 40% são destinados a aterros e o restante é, em maioria, descartado em oceanos e florestas tropicais. Calcula-se que, todo ano, mais de 8 milhões de toneladas de plásticos chegam aos oceanos, causando danos extensos à vida marinha, comércio e turismo. Apesar disso, o consumo e a fabricação de plástico continua a aumentar. Em 2016, o Brasil alcançou a marca do 4º maior país do mundo a gerar resíduos plásticos, com uma taxa de reciclagem de apenas 1,28% em relação ao total de lixo gerado.

Tabela de relação de produção e consumo de plástico

Tempo de decomposição do plástico

O fator decisivo que torna o plástico um material tão nocivo a preservação ambiental é o seu longo tempo de decomposição. Segundo dados do Ministério do Meio Ambiente, resíduos plásticos no geral demoram mais de 400 anos para se decompor, embora não se possa generalizar todos os produtos. Estudos estimam o tempo de decomposição médio de diferentes materiais plásticos como por exemplo:

  • Saco plástico: 20 anos;
  • Copo de espuma plástica: 50 anos;
  • Canudo: 200 anos;
  • Garrafa plástica PET: 450 anos;
  • Fralda descartável: 450 anos;
  • Linha de pescar: 600 anos.

Mas por que o plástico demora tanto para se decompor?

Isso se deve a própria estrutura química do material. Cada molécula de plástico possui centenas de milhares de átomos firmemente atrelados um ao outro, formando ligações químicas extremamente fortes. Assim, decompositores naturais como fungos e bactérias não possuem enzimas capazes de degradar essas substâncias, dificultando o processo de quebra de molécula em partes menores.

Veja também: TNT é reciclável ou biodegradável?

Então, como podemos diminuir o consumo de plástico?

A reciclagem é uma ótima opção para reduzir o impacto do consumo de plástico no planeta, mas apenas ela não é mais suficiente. Outras alternativas para essa questão ambiental já estão surgindo ao redor do mundo e se mostram bastante promissoras:

1. Incentivo às indústrias para optarem por materiais mais recicláveis ou biodegradáveis.  Nesse caso, a redução do consumo de plástico partiria diretamente do produtor. Um método eficaz apontado por cientistas na área é a implementação de uma taxa de cobrança pela produção de plástico. O FMI (Fundo Monetário Internacional) apontou uma ideia semelhante ao sugerir que a criação de um imposto pela emissão de carbono seria eficaz para desacelerar o ritmo do efeito estufa. Assim, empresas optariam por substituir o uso do plástico por matérias com menor tempo de decomposição como, por exemplo, o TNT.

2. Implementação de leis de controle de consumo de plástico. Em alguns países, esse método já entrou em vigor. A União Europeia, por exemplo, votou em uma proibição de plásticos de uso único, iniciado em 2021, enquanto que no Canadá o uso de canudos e talheres de plástico foi proibido e seus fabricantes responsabilizados pelo resíduo gerado. Mais de 140 outros países, inclusive a China, Bangladesh e Índia, já implementaram impostos ou proibições parciais do plástico.

No Brasil, a proibição do canudo plástico se iniciou na cidade do Rio de Janeiro e foi adotado por outras cidades como Fortaleza, Salvador, Santos, São Paulo e todo o estado do Rio Grande do Norte.

3. Pesquisa para criação de materiais que substituam o plástico e/ou que sejam capazes de degradá-lo mais rápido. Recentemente, uma pesquisa feita na Universidade Federal do Amazonas (UFAM) resultou na produção de um filme biodegradável proveniente do cará que poderia ser usado para embalar frutas e verduras, substituindo os convencionais sacos plásticos do mercado. Do mesmo modo, cientistas trabalham arduamente para criar enzimas sintéticas capazes de decompor as moléculas que formam o plástico, enfraquecendo suas ligações químicas.

Infelizmente, o elevado preço da criação de matérias biodegradáveis ainda afasta os investimentos industrias, enquanto que a falta de incentivo também é um problema. Contudo, com o estabelecimento de novas leis e a mudança de consciência dos consumidores, a tendência é que a procura de produtos sustentáveis cresça cada vez mais. Sendo assim, a utilização de Ecobags no lugar de sacolas plásticos, por exemplo, é uma excelente alternativa para preservação ambiental.

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